ÚLTIMAS CRÔNICAS

 

Quem tem Medo de Avião?

Todo mundo tem medo de alguma coisa, não é vergonha admitir. Conheço gente com horror a barata, cachorro, aranha, não importa. Eu tenho medo de avião. Não do aeroplano em si. Eu embarco numa boa. Até gosto do aspecto simétrico dos assentos. Meu problema com aviões começa quando a comissária avisa: atenção, senhores passageiros, fiquem atentos ao aviso de atar os cintos; estamos passando por uma área de turbulência. É aí que minha coragem se despede.

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Quem Não Gosta de Samba?

Carnaval é substantivo, mas no Brasil também é verbo e advérbio. Carnavalizamos a nossa vida e achamos muito natural. Essa euforia, essa graça, esse displicente estado de espírito governa o nosso modo de ser. Isso não é mau. É apenas diferente. Alguns povos – sobretudo os europeus, nos invejam. Como são felizes! – espantam-se com a difícil conjunção entre pobreza e alegria. Tudo está liberado, tudo é permitido: “não existe pecado do lado debaixo do Equador”.

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ÚLTIMAS ENTREVISTAS

 

Entrevista - Marília Beatriz de Figueiredo Leite

Entrevista com Marília Beatriz de Figueiredo Leite com a participação de Cristina Campos.

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Entrevista - Valmir Batista Corrêa e Lúcia Salsa Corrêa

Em nossas andanças por Campo Grande, entrevistamos o casal de intelectuais Valmir Batista Corrêa e Lúcia Salsa Corrêa, ambos historiadores. Ele, membro da Academia Sul-Mato-grossense de Letras e ela, do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul.

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ÚLTIMAS RESENHAS LITERÁRIAS

 

Marli Walker: um novo marco literário em Mato Grosso

Considero “Pó de Serra” e “Apesar do Amor”, de Marli Walker, um marco para a literatura mato-grossense. Walker inaugura a visão realista sobre o desbravamento das terras nativas, fazendo uma contraposição evidente com o idealismo típico dos primeiros autores. Não sei realmente se os críticos Mário César Silva Leite e Marta Cocco estão corretos em afirmar ter havido um projeto literário parecido com o que se viu em termos nacionais após a independência: a visão grandiloquente da terra e do homem. José de Mesquita, irmão intelectual de D. Aquino, retrata a figura do bandeirante como o introdutor da salvadora fé cristã em Cuiabá:

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A coleção de instantes de Lucinda Persona

O lançamento de um novo livro é desafiador para qualquer escritor que tome a literatura como propósito. A vertigem ganha contornos dramáticos quando o autor já alcançou o reconhecimento público em vida. Admiradores e críticos sempre se pautarão pelas impressões sedimentadas diante do conforto intelectual em palmilhar um estilo conhecido, explorado, amplamente comentado. Por isso mesmo, não raras vezes, os autores fecham-se em preciosismos estéticos, patrulham-se por detalhes insignificantes, flagelam-se com duras autocríticas e, no mais das vezes, evitam novos desafios. Não é o caso de Lucinda Persona, felizmente. A autora desafia a confortável consagração que amealhou nos 25 anos de carreira literária, com prêmios nacionais e regionais, trabalhos acadêmicos sobre a obra poética e centenas de resenhas favoráveis. Lançou “O passo do instante” e mostrou que o invulgar fôlego literário está longe de acabar.

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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

 

Lançado o livro "DA DESORDEM E DO CAOS", de Eliane Cristina Chieregatto

ebook da desordem e do caus eliane chieregattoLink para o Ebook

 

ELIANE CRISTINA CHIEREGATTO

DA DESORDEM E DO CAOS: ESTUDO SOBRE “O CAMBISTA”, DE EDUARDO MAHON

Tangará da Serra
2019

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PROGRESSO

progresso capa01A peça “Progresso” marca a estreia de Eduardo Mahon na dramaturgia.

Em homenagem aos 40 anos de teatro do ator Ivan Belém, o escritor abordou um tema delicado: a força deletéria do tempo tanto para o centro histórico de uma pequena cidade do interior, quanto para o personagem que se perde na narrativa entre o passado e o presente.

A estrutura pensada identificou na falência do patrimônio histórico a própria vida do protagonista, marcada pela decadência social.

O diretor escolhido foi Luiz Geraldo Marchetti, responsável por introduzir recursos de áudio e vídeo no texto original, recurso muito elogiado pela crítica.
A primeira apresentação deu-se em 2017, no Sesc Arsenal, instituição ligada ao sistema SESC nacional.

No ano de 2019, a peça voltou a ser montada no Teatro da Universidade Federal de Mato Grosso, como parte das comemoração universitária dos 300 anos de Cuiabá.

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